Canaoeste lançou serviço inédito de monitoramento das lavouras de cana-de-açúcar para os seus associados

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20/07/2018
Da esquerda para direita: Rafael Frigerio, Secretaria do Estado de Meio Ambiente (SMA); Almir Torcato, Gestor Corporativo, Edson de Carvalho, Diretor da GMG Ambiental; Fábio Soldera, Engenheiro Agrônomo; Dr. Juliano Bortoloti, Advogado; Major Olivaldi, Po

Da esquerda para direita: Rafael Frigerio, Secretaria do Estado de Meio Ambiente (SMA); Almir Torcato, Gestor Corporativo, Edson de Carvalho, Diretor da GMG Ambiental; Fábio Soldera, Engenheiro Agrônomo; Dr. Juliano Bortoloti, Advogado; Major Olivaldi, Po

O período de seca deste ano tende a ser um dos mais críticos para as lavouras de cana-de-açúcar. Esta estiagem é algo preocupante para quem produz cana, pois o perigo de incêndio é maior e caso ele ocorra, o prejuízo é certo.
Diante disso é preciso pensar em prevenir e mitigar os incêndios. Atenta a essa questão, a Canaoeste lançou ontem, quinta-feira, para os seus associados no auditório da associação, em Sertãozinho, o Programa de Prevenção e Monitoramento 24h de Incêndio nas Lavouras.
A associação investiu em uma tecnologia de monitoramento em tempo real, desenvolvida pela empresa GMG Ambiental, que mostra os locais com maior risco de incêndio, direção do vento, topografia e até mesmo focos de incêndio com alta precisão. Quando algum foco de incêndio é detectado, a equipe de suporte da Canaoeste entra em contato com a usina, vizinhos e o proprietário da lavoura para informar o ocorrido e as providências que foram tomadas.
De acordo com Fábio Soldera, engenheiro agrônomo do departamento Jurídico da Canaoeste, o produtor associado está preocupado com a sua lavoura no campo e em produzir e colher mais. "O associado não tem tempo disponível para monitorar os focos de incêndio e por essa razão enxergamos a necessidade de auxilia-los. Fomos buscar o que havia de mais inovador no mercado. A nossa maior preocupação era não levar mais um problema para o associado, mas a solução, pois além de informar o associado sobre o foco, acionamos a sua equipe de combate, unidades industriais e vizinhos que possuem estrutura para o pronto e efetivo combate. Realmente é um serviço completo, diferenciado e único", explica.
Para o gestor corporativo da Canaoeste, Almir Torcato, um ponto que aflige todos os produtores é a questão das multas ambientais devido aos incêndios. "Somos a primeira associação a fazer esse monitoramento 24 horas por satélite para prevenir a queimada e, além da prevenção, a ferramenta permite o lastro de provas para a questão de defesas ambientais. O compromisso da Canaoeste é levar o que há de melhor para os associados, seja na área técnica-agronômica, jurídica e ambiental", destaca.
Até o momento, mais de 130 mil hectares de cana são monitorados pela ferramenta.

Fonte: Comunicação Canaoeste

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Canaoeste lançou serviço inédito de monitoramento das lavouras de cana-de-açúcar para os seus associados

20/07/2018

O período de seca deste ano tende a ser um dos mais críticos para as lavouras de cana-de-açúcar. Esta estiagem é algo preocupante para quem produz cana, pois o perigo de incêndio é maior e caso ele ocorra, o prejuízo é certo.
Diante disso é preciso pensar em prevenir e mitigar os incêndios. Atenta a essa questão, a Canaoeste lançou ontem, quinta-feira, para os seus associados no auditório da associação, em Sertãozinho, o Programa de Prevenção e Monitoramento 24h de Incêndio nas Lavouras.
A associação investiu em uma tecnologia de monitoramento em tempo real, desenvolvida pela empresa GMG Ambiental, que mostra os locais com maior risco de incêndio, direção do vento, topografia e até mesmo focos de incêndio com alta precisão. Quando algum foco de incêndio é detectado, a equipe de suporte da Canaoeste entra em contato com a usina, vizinhos e o proprietário da lavoura para informar o ocorrido e as providências que foram tomadas.
De acordo com Fábio Soldera, engenheiro agrônomo do departamento Jurídico da Canaoeste, o produtor associado está preocupado com a sua lavoura no campo e em produzir e colher mais. "O associado não tem tempo disponível para monitorar os focos de incêndio e por essa razão enxergamos a necessidade de auxilia-los. Fomos buscar o que havia de mais inovador no mercado. A nossa maior preocupação era não levar mais um problema para o associado, mas a solução, pois além de informar o associado sobre o foco, acionamos a sua equipe de combate, unidades industriais e vizinhos que possuem estrutura para o pronto e efetivo combate. Realmente é um serviço completo, diferenciado e único", explica.
Para o gestor corporativo da Canaoeste, Almir Torcato, um ponto que aflige todos os produtores é a questão das multas ambientais devido aos incêndios. "Somos a primeira associação a fazer esse monitoramento 24 horas por satélite para prevenir a queimada e, além da prevenção, a ferramenta permite o lastro de provas para a questão de defesas ambientais. O compromisso da Canaoeste é levar o que há de melhor para os associados, seja na área técnica-agronômica, jurídica e ambiental", destaca.
Até o momento, mais de 130 mil hectares de cana são monitorados pela ferramenta.

Da esquerda para direita: Rafael Frigerio, Secretaria do Estado de Meio Ambiente (SMA); Almir Torcato, Gestor Corporativo, Edson de Carvalho, Diretor da GMG Ambiental; Fábio Soldera, Engenheiro Agrônomo; Dr. Juliano Bortoloti, Advogado; Major Olivaldi, Po